Fasilitamdo!
Vosês já pararam para pemsar ce maravilha seria se tivesemos menos regras de portugês para decorar?
Se cada letra tivesse seu som e não presizasemos colocar um monte de letras para produzir uma coiza que já eziste por si só.
Pemsem bem, pásaro é pásaro, com uma letra só, pra comsegir decolar. Como caza é caza, naser é naser, e um tamto de outras coizas que poderiam ser mais fáseis do ce são oje.
Não cero aci ir comtra a nova regra ortográfica, e é evidemte ce uma reforma desas seria de fato, complicada, mas para ce imvemtar um monte de regras para algo ce pode ser tão simples?
É raro emcontrar algém ce não se perca com tamtos impesilhos limgísticos, mas vejam se não ajudaria: - s = tem sempre som de "s". Não presiza de "ç", "ss" e "c". Pra ce isso se temos o "s"?
- z = é sempre "z" nada do "s" ou do "x" roubar o lugar dele
- ca, ce, ci, co, cu = pra ce precisa de "que", "qui", "quo", essas sílabas são pra isso.
- ga, ge, gi, go, gu = a mesma coisa, não tem nesesidade de usar: "gue" e "gui"...pra ce?
- u / l = "eu" tem "u" porque tem som de "u" e "altoestima" e todo o resto que tem som de "l" é com "l".
- m/n = sem esa istória de amtes de "p" e "b" se uza "m" e no resto "n". Fala sério, vamos fasilitar. Deixemos o "m" em tudo e o "n" para "navio", "nave", "neve", "cominho"...etc.
- h = se não tem funsão é melhor arramcar. Ele fica só para gemte "velha".
- x = pra ce utilizar "ch" se tem "x"? Algém por acazo cer falar "Chucha"
Podemos falar aci de muitas outras coizas, mas por agora, deixemos nosas cabesas com polcos nós.
Escrito por Raquel Casselli às 11h55
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Futuro
É intrigante observar qual é o limite do auxílio mútuo para cada pessoa. Perceber como cada indivíduo assimila a idéia de caridade e de "fazer ao outro o que gostariam que fizesse para você" de forma totalmente diferente.
Observemos: - O que me faz sair de casa depois de um dia estafante de trabalho e estudo? - O que pode me fazer levantar do meu lugar no ônibus para cedê-lo a outra pessoa? - Qual a razão para abrir mão do meu descanso no final de semana?
Até onde eu estou disposta a me incomodar para auxiliar outrem? Normalmente a alavanca para essa resposta é o sentimento. Você está disposto a se mobilizar por alguém que lhe é querido. Ou seja, o sentimento que te move não é a caridade, ou a consciência do viver bem em sociedade, é o bem-querer. Logo, a sua prestimosidade está vinculada a (só e somente) um círculo pequeno de queridos. Vejamos assim, eu defendo o meu círculo e você o seu. Obviamente me parece que os meus vínculos são mais importantes que os seus, (graças a nossa união sentimental), o grande problema é que você pensa da mesma forma. Problemão!
É por todos nós (todos e eu também) pensarmos assim que os corruptos não sentem pena de levar nosso dinheiro para bolsos escusos, é por isso que fulano não se importa em roubar ciclano, que não tem problema parar o carro em cima da faixa de pedestres, ou furar a fila. Certamente ninguém fura a fila na frente do próprio pai, ou passa devagarzinho na poça de água para jogar água na própria avó que está na rua.
É difícil achar o limite entre a caridade e o abuso. É complicado se solidarizar por um desconhecido (salvos casos de comoção obvia), é delicado acertar a mão entre o bem ao próximo e a própria satisfação, como é difícil algumas vezes não pensar em si em primeiro lugar.
Passo a passo...uns dias acertando, outros não. Em busca da convivência harmoniosa. "Fazendo" de cada próximo, meu querido!
Escrito por Raquel Casselli às 16h17
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